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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

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Da ordem e da disposição das coisas e dos fatos e, dos atos , do pensamento, idéia, raciocício, influências dos controles, dos domínios, no espaço: tempo e lugar.

Curitiba, 28 de julho de 2011. 00:40 h
Da ordem e da disposição das coisas e dos fatos e, dos atos , do pensamento, idéia, raciocínio, influências dos controles, dos domínios, no espaço: tempo e lugar.
Ver TA (s) = Tábuas Auxiliares. Às razões, de ser, existir, os, dos fins a que se destina.
Seja: Estado, Governo, Politica (EGP); Administração, Órgãos, Agentes (AOA); Governo e Administração tidos como Criação Abstrata (CA); referência a Constituição Federal (CF); a Carta Magna e suas Leis (Hermenêutica – interpretação);
Entidades traduzidas por Pessoas Jurídicas (PJ). Órgãos entendidos como Centros de Decisão (CDs). Agentes e Pessoas Fisicas (APF), investidas em Cargos e Funções (iCF), observadas pois qual Características Institucionais (CIs).
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Diversidade: Individualidade Universal, só a partir dos mesmos, estabelecidos. Todos, diálogo, buscar direitos, há que pra se construírem, serem ativos.
O Projeto Moderno (PM): Tender a encontrodos diferentes, em condições de igualdade, em um espaço público, transparente. Solução, motivar, exaltar. Para, construir um projeto (em) comum, a dimensão, coletiva. Condição, a partir do diálogo, não pode suprimir, inferiorizar, subjulgar. O grande debate, Hobbes, realista, dimensão pública forte, capas de controlar versus Russeaul, Looke. Princípio de maior autoridade contra “Homem Lobo”, de natureza.
Aí o Foucault, (…acha que toda  vez que se quer construir, está-se fazendo reprodução, talvez?) – … essa sociedade, policiada, etc e tal, mas que há de tender à estabilidade. A clique: então em, um multiplicador, reprodutor que sou preciso mais a reflexão. Da necessidade de construir a, uma, sociedade – Platão, por exemplo, dada a intolerância à subserviência.
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A critica, ao currículo? Há que se ter maior participação da comunidade, das entidades sociais, a família, vindo a participar, a perceber o papel que este currículo tem a determinar, a construção dessa Identidade. Mais que mera peça, é elemento central, mas há o descompasso entre a realidade e o currículo. Há muita coisa, nessa construção, nessa multiplicidade, o currículo afinal  referenda o passível, à “Identidade Social Regressiva”.
Essa crise da modernidade traz à tona o que se pensara já superado, suplantado. A “Força do Conservadorismo”, uma onda conservadora, inclusive influenciada pela cultura empresarial, os termos, a gestão prepara, ver * Tomaz Tadeu da Silva, Obra, “Território dos Contestados”, pag. 86. “Sociedade Conflituosa”, entre grupos, inspirada por Weber e Marx. Na sociedade conflituosa, o prejuízo que há ao Progresso, à estagnação, à desordem avessa à estabilidade. O Weber, na sociedade de conflito, mas que não há um conflito, único. São múltiplos, “poli-históricos” e sem saber, para onde se vai. Marx já vê que é para frente ou para trás. A dominação, que se dá pelo discurso, saberes, narrativas, se prendem uma série de adjetivos, de cunho histórico, transformando numa “Naturalização”, constatações empíricas tendenciosas. Discurso Ideológico. Prática de Poder. Tentam naturalizar processos que na verdade, sociais. Referente ao Conceito de Ideologia, crítica à indagação de sempre haver um Sujeito.  Foucault? Há uma verdade em algum lugar. Na “verdade” é à revelia, as punições, a prisão; o jogo é complexo: “Microfísica do Poder” – saber? Propiciar mais espaço e mais alternativas – “desconstrução das narrativas” – é notar o que de evidente, marginalizado, não observado. É típico de um sujeito, fazer usos de experiências outras para desconcertar o discurso da Razão. O louco fascínora, faz uma narrativa, desconcerta, que se é louco, como é capaz de narrar?
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Curitiba, 10 de agosto de 2011.
Título: A Seara da Sociologia Política
Tema: a política
Objeto: a política pública
Os objetivos: a) aprofunda apesquisa sobre o que de fato épertinente para o bom entendimento do que trata a sociologia política; b) colaborar com a produção científica quanto à questão das problemáticas existentes; c)produzir nos trabalhos o que é percebido tal como relevante para o ententimento das motivações políticas quanto à agenda pública.
O intervalo de tempo: compreendido desde os tempos idos até o contemporâneo, o da segunda década da Democracia Moderna assim compreendida na atualidade do Brasil entre os primeiros decênios do Séc. XXI.
A justificativa cabe quanto à questão do Estado. O Estado precisa na administração pública ser bem entendido como tal. Identificar metodologicamente o que é e o que interessa, é questão de seleção de lógicas e práticas que no passado ou no presente de algum modo são consideráveis para o processo de construção dos objetos possíveis, materiais, abstratos, ideológicos, históricos, estéticos, considerações do tipo pressupostos, rumo a formatação de um exemplo monográfico próprio com a serventia primeira de servir de base à dissertação, à pesquisa, de maneira que, ao conjugarmos entre as diversas teorias e proposições, o entendimento do que trata a sociologia política.

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fonte: http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/html/417/41703001/41703001_5.html#

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